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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Café vicia?

Muito esclarecedora matéria de Cintia Baio para o Portal UOL, abordando recorrente dúvida; "Café vicia?"

Leia um trecho:

Clique Ciência: É realmente possível ser viciado em café?

Entre as inúmeras histórias que existem sobre a possível origem do café, existe uma que diz que, certo dia, um pastor que viveu na Etiópia há cerca de mil anos notou que suas cabras pareciam ganhar uma energia extra sempre que mastigavam os frutos de cor avermelhada que brotavam nos arbustos existentes em alguns campos de pastagem.

Intrigado com a história, ele comentou o que observava com um monge da região. Então, o monge apanhou alguns desses frutos, começou a usá-los como infusão e percebeu que aquilo o ajudava a ficar acordado durante longas horas. A história se espalhou entre os monastérios e todo mundo quis experimentar.

Se a lenda é verdadeira ou não, ainda não sabemos. Mas o fato é que a bebida, que hoje conhecemos como café, caiu no gosto de pessoas do mundo todo. Quem não conhece alguém que só consegue "começar bem o dia" depois de uma boa xícara de café? Ou que diz que o almoço só fica completo com um cafezinho para finalizar?

Para se ter uma ideia, só em 2014, os brasileiros consumiram cerca de 81 litros de café por pessoa, segundo uma pesquisa coordenada pela Embrapa. Se considerarmos que uma xícara de café tem 50 ml, daria, aproximadamente, 4 xícaras por dia.

Somos viciados?

A íntegra AQUI

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Se costuma tomar café, a sua saúde agradece

Se costuma tomar café, a sua saúde agradece.

Estudo associa toma de café a menor risco de doença cardíaca, Parkinson, diabetes e suicídio. Investigadores da Chan School de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos EUA, foi publicado na revista ‘Circulation’.


Um estudo norte-americano sugeriu que a toma de três a cinco cafés por dia reduz os riscos de probabilidade de sofrer de doença cardíaca, Parkinson e diabetes. Até os riscos de suicídio serão menores nos consumidores de café.

E não é só o café que funciona como agente protetor. Também o descafeinado produz o mesmo efeito, de acordo com esta pesquisa da Chan School de Saúde Pública da Universidade de Harvard.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Reduzir o sabor amargo do café com… sal

Nem o açúcar, nem o leite, nem as natas parecem ser tão bem sucedidos a corrigir o amargo do café como o sal de cozinha. Não acredita? Porque não experimentar? 

 Sean Gallup/Getty Images


Para um iniciante no ritual do café, as primeiras chávenas podem ser difíceis de engolir. Solução para acabar com o sabor amargo? Um pacote de açúcar. Ou dois. Ou talvez não: a Quartz sugere que se adicione um pouco de sal. Mas antes que diga que são todos malucos, leia o que tem a dizer.

Mesmo que pertença ao grupo dos que não usam nem um grão de açúcar no café, e muito menos adoçante, talvez, mesmo assim, agradecesse que a bebida fosse um bocado menos amarga. Para isso junte sal de cozinha (cloreto de sódio) ou acetato de sódio – porque aqui o que interessa é o ião sódio – ao café em pó ou aos grãos de café antes de moer.

A Quartz cita um estudo da Nature de 1997 – antigo, é certo, mas não menos credível – em que é demonstrado que o sabor amargo é reduzido pelo sódio. O doce não é realçado pelo sal, a não ser quando o amargo é “retirado” da bebida, “destapando” o doce. Assim, aparentemente o sal, mesmo quando usado nos cozinhados, não aumenta os sabores que nos agradam, mas “esconde” os sabores menos apetecíveis.

Fonte: Observador, 19/10/2015

sábado, 17 de outubro de 2015

Pesquisa mostra que apenas o cheiro do café pode trazer benefícios à saúde

Substâncias do aroma dissolvidas já mexem e estimulam o cérebro. Bebida pode ajudar a combater o colesterol, queimar calorias e prevenir doenças.

Pesquisadores da faculdade de odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro trataram dentes de leite cariados com café. Os ácidos clorogênicos e a trigonelina presentes na bebida agiram como um creme dental.

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2015/10/pesquisa-mostra-que-apenas-o-cheiro-do-cafe-pode-trazer-beneficios-saude.html
Assista AQUI a matéria

Jovem circula pelas ruas de São Paulo com bike café e vira atração

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2015/10/jovem-circula-pelas-ruas-de-sao-paulo-com-bike-cafe-e-vira-atracao.html
 Leia a matéria e assista o vídeo AQUI

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Vai faltar café?

O consumo mundial de café está aumentando muito, especialmente nos mercados emergentes. Hoje ele é de cerca de 145 milhões de sacas no mundo todo. Estima-se que até 2030 o consumo mundial de café aumentará um terço, para 200 milhões de sacas. Assim, a produção terá que crescer entre 40 e 50 milhões de sacas na próxima década para atender esse aumento. Só para termos uma ideia, isso é equivalente a quase toda produção do Brasil (aproximadamente 50 milhões de sacas), o maior produtor de café do mundo!

Para agravar esse cenário, há o aumento das temperaturas nos próximos anos que pode ameaçar a variedade arábica de café, advertência de Andrea Illy, CEO da Illy Cafe, uma das maiores empresas de café do mundo. Economicamente, existem duas espécies mais cultivadas de café: robusta e arábica. Esta última é mais valorizada pela qualidade dos cafés e pela complexidade sensorial, sendo mais sensível às mudanças climáticas. O Brasil é o maior produtor de arábica do mundo e o Vietnã de robusta, também chamado de conilon.

As alterações climáticas ameaçam 25% da produção do Brasil e de produtores como a Nicarágua, El Salvador e México, segundo um estudo do International Center for Tropical Agriculture. De acordo com o mesmo relatório, as zonas de produção deverão ser transferidas para a América Central, região Ásia-Pacífico e para algumas áreas da África Oriental, onde as culturas podem se desenvolver em altitudes mais elevadas.

De acordo com a comerciante suíça Volcafe, o mundo deverá ter um déficit de produção de café na ordem dos 3,5 milhões de sacas durante a safra 2015/16.


sábado, 10 de outubro de 2015

Pausa para o café

Cafeterias especializadas em cafés especiais conquistam cada dia mais clientes

Por Lívia Andrade

Há pouco mais de década, poucos brasileiros sabiam a diferença entre um café tradicional e um café especial, aquela bebida elaborada a partir de cafés arábicas que atingem uma nota superior a 80 pontos, segundo os critérios da Associação Americana de Cafés Especiais (Scaa). Mas a proliferação das cafeterias e dos concursos de qualidade aliada à remuneração diferenciada paga ao agricultor por estes grãos especiais, em média 30% acima do valor do café commodity, têm sido uma grande ferramenta de divulgação para o produto cuja demanda tem crescido entre 15% e 20% tanto no Brasil como no mundo.


A cafeteria Café Cristina, em Brasília, surgiu neste contexto. Nos anos de 2001, 2002 e 2003, Daltro Noronha Barros, empresário do Distrito Federal e cafeicultor na cidade de Cristina, Minas Gerais, teve lotes de cafés que ganharam concursos como o Cup of Excellence e o Prêmio da Associação Brasileira da Indústria de Café. Naquela época, quase a totalidade destes grãos de altíssima qualidade seguiam para o exterior. Mas Barros acreditou que havia no Brasil espaço para vender este café torrado e moído e convidou Pedro Lisboa, um jovem de 24 anos para ser seu sócio.

Leia AQUI a íntegra da matéria.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Bebida queridinha dos brasileiros, café também é opção para os dias quentes

Barista aponta os cafés dos tipos expresso, coado, com leite e cappuccino como os mais consumidos

O café é uma das bebidas preferidas do brasileiro. Forte, fraco, puro ou adoçado, é difícil encontrar alguém que não se renda a uma xícara logo ao acordar ou após o almoço.

O barista e analista técnico do Museu do Café de Santos, Hallyson Ramos, aponta os cafés dos tipos expresso, coado, com leite e cappuccino como os mais consumidos pelos brasileiros. "Enquanto o expresso proporciona um sabor mais acentuado, o coado traz um gosto mais delicado e suave ao paladar, permitindo o seu fácil consumo. Os brasileiros sempre foram habituados ao consumo de cafés coados. Esse é com certeza o preparo mais popular".


Leia AQUI a íntegra desta esclarecedora matéria. Imperdível!



quinta-feira, 8 de outubro de 2015

10 coisas que você não sabia sobre o café

Tomar uma bica?


Tradicionalíssimo em Lisboa, o café A Brasileira começou a vender espressos. No início, seus clientes acharam a bebida amarga demais. 

Para não ter de se desfazer do maquinário nem jogar o pó fora, os donos do lugar resolveram lançar a campanha Beba Isso Com Açúcar. 

As iniciais formam a palavra “bica”, maneira com a qual muitos portugueses se referem ao cafezinho.

Confira esta e outras curiosidades no Canal Rural

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Quanto os americanos gastam por ano com café?

Pesquisa em homenagem ao Dia Nacional do Café, nos Estados Unidos, mostra quanto cada americano gasta em média por ano com café.




Veja a íntegra da pesquisa:National Coffee Day: A Cup of Joe by the Numbers

Dica: César Tibúrcio

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Beber quatro cafés por dia está longe de fazer mal à saúde

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) recomendou oficialmente que o consumo diário de cafeína não ultrapasse 400 miligramas para um adulto, ou seja, o equivalente a pouco mais de quatro expressos. Para as gestantes, essa recomendação cai para 200 miligramas por dia, e para crianças e adolescentes, o cálculo é de 3 miligramas por quilo. Segundo a EFSA, para além desse limite há riscos à saúde, sobretudo problemas cardiovasculares. A EFSA explica que:
"O risco para a saúde não é enorme, mas ele existe. A principal mensagem é que os consumidores devem levar em consideração as diferentes fontes de cafeína, além do café."
[...]
"O café é uma mistura complexa de produtos químicos, e seus benefícios para a saúde ainda não estão claros", relata o jornal britânico "The Guardian". Mas, pela primeira vez, essa agência de regulação norte-americana diz oficialmente que o café não é fundamentalmente ruim para você, apesar de sua reputação.
Leia a íntegra da matéria do Le Monde, via Uol aqui

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Vida longa aos apreciadores do café!

A edição de setembro da revista Life Extension publicou um extensa matéria sobre os benefícios do café, por título  "National Institutes of Health Discovers - Protective Effects of COFFEE".

O artigo relata o resultado das última pesquisas sobre o café, e apresenta bons motivos para continuar apreciando a bebida: sugere que o consumo de café pode adicionar anos à sua vida, através da redução de doenças vasculares,  redução do risco de câncer, preservação da cognição, e atenuamento do diabetes e obesidade.

Acesse AQUI a revista e leia a partir da página 56 (em inglês).

Veja um trecho da introdução da matéria:

An exciting new study published in the New England Journal of Medicine suggests that coffee drinking may add years to your life span.
Evidence is rapidly accumulating about the ability of coffee to reduce vascular disease, slash cancer risk, preserve cognition, and mitigate diabetes/obesity.
Rich in polyphenols, coffee contains over 1,000 different natural compounds that favorably interact within cells. Coffee has the proven ability to turn on genes that promote youthful cellular functions. One coffee compound in particular, chlorogenic acid provides a multitude of these benefits, including impeding after-meal glucose surges that can contribute to obesity and diabetes.
Researchers have found a way to naturally “super charge” coffee and dramatically increase its healthy polyphenol content. This means people can obtain more of coffee’s unique beneficial compounds while drinking less coffee. For those who can’t drink coffee, standardized chlorogenic acid capsules are becoming enormously popular.
Dica do amigo Roberto Magalhães. Valeu Roberto.

sábado, 11 de agosto de 2012

Efeito do café está na cabeça do bebedor

Se você é uma pessoa que não pode começar o dia sem uma boa xícara de café, só pensar em café descafeinado deve te deixar com sono.


Mas um novo estudo sugere que você não precisa ficar realmente preocupado se um dia for comprar café pela manhã e acidentalmente te servirem uma xícara de café sem cafeína.
Isso porque você provavelmente não vai cair de sono durante o trabalho, pelo contrário: só de pensar que você está consumindo um café forte seu corpo vai responder de acordo com isso. Você vai se sentir mais ativo fisicamente e mentalmente, como se tivesse consumido o tradicional.
Em outras palavras, a cafeína está na mente do bebedor, e não necessariamente na sua xícara.
Para investigar o poder desse efeito placebo em bebedores de café, pesquisadores da Universidade de Londres contaram com a ajuda de 88 estudantes, com idades entre 18 e 46 anos, que bebiam pelo menos duas xícaras de café com cafeína por dia. Os pesquisadores disseram aos participantes que estavam apenas estudando os efeitos da cafeína sobre o humor e a inteligência.
Os estudantes foram divididos em quatro grupos. Dois deles receberam uma xícara de café com cafeína para beber, apesar de um deles acreditar que o café era descafeinado. As pessoas dos outros dois grupos receberam uma xícara de café descafeinado, embora um dos grupos tenha sido informado que estava recebendo café com cafeína.
Você já deve estar imaginando aonde isso vai dar. Tanto os estudantes que consumiram cafeína como os que acreditaram que estavam ingerindo o composto químico tiveram a atenção melhorada ao longo do dia. Aqueles que beberam ou pensaram ter bebido café com cafeína relataram também menos sentimentos de tristeza do que os demais.
Os cientistas não estão sugerindo que você passe em uma cafeteria e peça um café expresso descafeinado para sentir o mesmo efeito que se ingerisse cafeína. Mas, se seu parceiro não recusa um cafezinho a noite e não consegue dormir por causa disso, certamente ele não ficará chateado se você, secretamente, preparar café descafeinado para ele. Só não se esqueça de jogar a embalagem do café no lixo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mercado de café brasileiro

A professora Sylvia Saes, da USP, afirma que um ponto essencial é o produtor de café sentir que o consumidor está disposto a pagar mais por um produto sofisticado (Portal Exame).